Compre música com tweets

A Orquestra Contemporânea de Olinda acaba de lançar seu disco novo, “Pra Ficar”. Programados para integrar as atrações do Mimo, a Mostra Internacional de Música de Olinda, onde devem apresentar o álbum ao vivo em Setembro, os integrantes resolveram apostar suas fichas numa nova forma de “comercialização” de música. As aspas aqui utilizadas vêm do fato que a moeda utilizada no consumo desta arte ultrapassa o valor monetário, através do uso da plataforma “Pague com um Tweet”.

A iniciativa é um sistema de pagamento social, onde o autor oferece algo para as pessoas e elas pagam por isso, divulgando em suas redes socias. Ao clicar no ícone do arquivo para download, o internauta é  “cobrado(a)” automaticamente, através de um redirecionamento ao serviço que ele preferir: Twitter ou Facebook. Este aplicativo funciona da mesma forma que os joguinhos e testes que precisam de nossa autenticação para que funcionem nas plataformas que utilizamos. Assim que você opta por uma delas, todos os seus amigos serão avisados que você obteve o novo disco / ensaio / livro / whatever do artista, de forma simples e justa!

Esta idéia subverte a prática do download livre, tão combatido e demonizado pela indústria fonográfica. Se antes, internautas simplesmente catavam links, baixavam conteúdo e a coisa ficava por isso mesmo, com esta idéia eles pelo menos fazem o mínimo para que a banda alcance uma gama maior de divulgação. Em uma analogia simplista, é o mesmo que você se oferecer para lavar a louça em retribuição ao almoço servido.

Então, prontos para baixar música boa de forma rápida, legalizada e feliz?

Acesse o site oficial da banda: http://orquestraolinda.com.br/

E se você gostaria de “vender” e promover a sua arte por módicos e poderosos tweets ou feicebuqueadas, crie a sua conta no “Pague com um Tweet”, no site oficial: http://www.paguecomtweet.com.br/

Anúncios

Lei de incentivo à cultura em debate gratuito no Recife

Se você trabalha com cultura, sabe como é difícil captar recursos e pôr em prática as suas idéias. Principalente se você precisa de recursos privados para montar sua peça, exposição, ou lançar seu filme. Muitos recorrem à Lei Rouanet, mas poucos conseguem. Para tentar mudar este quadro, uma nova versão desta lei será tema de um encontro realizado na próxima segunda-feira (13/08) às 19h, na Fundação Joaquim Nabuco, no bairro do Derby, em Recife. Trata-se do seminário Cultura em Debate, ministrado pelo Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Henilton Menezes, e o deputado federal Pedro Eugênio (PT-PE), relator do Procultura, medida que visa fortalecer o Fundo Nacional de Cultura (FNC) através de um processo de descentralização dos incentivos. A iniciativa determina um piso para que parte deste orçamento tenha seu campo de atuação ampliado para mais estados e municípios brasileiros.

O processo de distribuição de recursos pela Lei Rouanet foi tema de várias discussões e revisões nos últimos anos. A iniciativa oferece um desconto tributário à empresas privadas que escolhem projetos para patrocínio. Como estratégia de posicionamento, elas acabam mirando os mercados mais atrativos em termos de visibilidade para suas marcas, o que contribui para que haja uma grande quantidade de projetos contemplados no Sudeste, que agrega 79,11% dos recursos captados. A região Nordeste abraça cerca de 6,91%.

O projeto de lei do Procultura (6722/2010), encontra-se encaminhado no Congresso e necessita da aprovação da Câmara e do Senado para que entre em vigor ainda em 2013. O encontro “Cultura em Debate” irá discutir tais questões e promover esclarecimentos, com foco na mobilização pela construção de políticas públicas que unam a cultura ao desenvolvimento.

O evento é aberto ao público e as inscrições são gratuitas, através do site http://bit.ly/TcAAed.

Mais informações pelos telefones: (81) 3073.6688 ou (81) 3073.6689

 

Serviço

Seminário Cultura em Debate

Data: segunda-feira, 13 de agosto de 2012, às 19h

Local: Fundação Joaquim Nabuco – Rua Henrique Dias, 609 – Ed. Ulysses Pernambucano – Derby

Telefone: (81) 3073.6688 ou (81) 3073.6689

Pausa para um cafezinho elegante

Chegamos ao final de semana, e ao sair do trabalho, o que a maioria das pessoas têm em mente é uma lista interminável de opções para cair noite adentro com os amigos e seus pares. Mas o que muita gente acaba esquecendo é que antes de enfrentar as baladas, o estômago necessita de um cuidado todo especial. Que tal um jantar leve, num local aconchegante, com um atendimento simpático?

Nas minhas andanças pelo Recife Antigo, invariavelmente termino no Paço Alfândega, seja para admirar sua bonita arquitetura, seja para apreciar a vista da cidade a partir de seu terraço. Há dois meses, um novo estabelecimento localizado num andar entre o térreo e o complexo de lanchonetes e restaurantes, abriu uma cafeteria elegante e convidativa, chamada Kampalla Café.

O local possui um visual cosmopolita que não fica nada a dever aos cafés dos grandes centros urbanos. A decoração remete aos charmosos estabelecimentos italianos, sutilmente inspirado numa estética retrô amparada no final da década de 60 e início da de 70, sem parecer estilizado. O café oferece duas opções de ambiente. Para quem deseja ficar quieto ou bater um papo mais tranquilo, a área interior é a mais indicada. Para quem gosta de movimento, basta escolher uma das mesas espalhadas pelo hall do primeiro andar, com uma vista privilegiada do vai-e-vem do público do Paço Alfândega e suas pilastras históricas.

Entre as especialidades está uma considerável lista de cafés (óbvio), em suas mais amadas variantes, como o capuccino, o espresso, as versões geladas, como o shake com sorvete, chás,  além de pratos salgados como sanduíches, crepes e massas,  e os doces, apresentados em receitas elaboradas para os paladares mais exigentes.

Para quem curte algo mais light, o Kampalla Café possui um menu de sopas, e eu resolvi cair no caldo verde. A cumbuca acompanha cinco torradinhas douradas no ponto, perfeitas para serem molhadas na mistura cremosa, que une os sabores do couve com um toque de azeite e calabresa.

Entre o pedido e a chegada da iguaria na minha mesa, foram apenas oito minutinhos, acompanhados de um atendimento sorridente e atencioso, que foi o que mais me chamou a atenção. Se você gosta de frequentar estabelecimentos comerciais, sabe exatamente a diferença entre sorrisos de vitrine e os sorrisos sem preço. A turma do Kampalla pertence ao segundo time, daqueles cuja simpatia julgávamos extinta e só ouvíamos em relatos dos nossos pais e avós, saudosos do tempo em que as pessoas eram atendidas pelo nome em tais locais.

Voltando à sopa, ela vem numa temperatura perfeita pra aquecer o coração sem queimar sua língua. A textura é cremosa e o gosto é equilibrado: nem salgado, nem insosso. A presença da calabresa dá o toque necessário para realçar o sabor.

As cinco torradinhas que acompanham são crocantes sem ser secas. O curioso é que elas compõem uma refeição satisfatória junto com o caldo, ideal para a noite. Para quem deseja comer de acordo com as recomendações calóricas dos especialistas, o combo sopa + torradas é suficiente para uma alimentação sem culpa com a balança. Mas aqueles que apreciam a gastronomia irão deseja uma porção um pouco maior de um prato tão gostoso.

Ao final de tudo isso, me deu vontade de provar um prato doce. “Mas e a balança?” Entre as diversas opções que encontrei, um bolo de limão bastante diferente dos outros me chamou a atenção, por sua aparência e ingredientes.

Grande, fofo, vistoso: Quem poderia imaginar que esta aquarela de cores e sabores é feita com iogurte natural, gelatina de limão, ovos e os demais ingredientes que conhecemos tão bem? De consistência leve, ele desmancha na boca e nos deixa satisfeitos na quantidade certa.

Ao fim da refeição, fica a vontade de voltar mais vezes e fazer do Kampalla um ótimo ponto de encontro para reunir os amigos, ler, inspirar-se ou esperar entre um evento e outro da programação do Paço Alfândega.

O Kampalla Café funciona das 10h às 22h. Dê uma passada por lá e se apaixone.

Pedalando no samba-rock

Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta é um quarteto baiano que consta de Ronei Jorge (voz e guitarra), Edson Rosa (guitarra e vocal), Sérgio Kopinski (baixo e vocal) e Maurício Pedrão (bateria). Formada em 2003, eles desenvolvem um som pautado pelo samba, mas decorado com guitarras, baixo e bateria típicas do rock, acompanhado de letras inteligentes e certeiras sobre as relações dos indivíduos entre si e o contexto em que vivem.

Os caras têm feito da internet o seu campo de batalha e correndo por fora do esquema comercial fonográfico, atraindo a atenção e o respeito da crítica e público. Tanto que o CD “Frascos, Comprimidos, Compressas” foi gravado e distribuído com recursos de um edital voltado à cultura pela Petrobras. Portanto, o ouvinte pode esperar a originalidade e a liberdade de uma banda independente, com toda a estrutura e recursos normalmente associados às produções apoiadas por grandes gravadoras.

Dirigido por Pedro Sá (que produziu o disco “Cê” de Caetano Veloso), “Frascos, Comprimidos, Compressas” é garantia de música boa e inteligente. E quem chegar primeiro leva o disco, que será solto ESTA TARDE, nas imediações do Recife Antigo, em Recife – PE.

Boa sorte a todos nesta caça!

Por que você ainda compra discos?

Sempre me perguntam por que eu ainda compro discos. A resposta é simples: por que eu não sei fazer minhas refeições andando. E apressado come cru. Sempre me senti estranho ao som que você carrega consigo e não divide com ninguém. A música, alimento da alma que por si só tem um forte caráter agregador, agora encontra-se presa em fones de ouvido que por sua vez prendem seus ouvintes. E aí cada um permanece no seu mundo, trancado.

Eu ainda pude presenciar amizades e paqueras que começaram com uma simples pergunta a respeito da voz que saía da caixa de som alheia. Aquelas melodias seriam a cola que uniria e acenderia outras afinidades. Sempre gostei dos discos por que eles eram mais que um balaio de arquivos numa caixinha eletrônica. Cada álbum possuía um conceito, um cuidado em seguir uma sequência harmoniosa e uma moldura visual caprichada que fosse uma extensão da obra.

Agora? Vejo muita coisa disposta como background do caminho pro trabalho, da volta pra casa, da malhação na academia, do esquente pré-balada. Muitas vezes baixamos uma música que achamos legal, sem nem saber o nome do artista. Pra quê serve isso mesmo? A velocidade crescente da informação jogada por aí nos põe numa overdose que nos rouba o tempo necessário para apreciar -e não consumir- a arte musical. Álbuns são a la carte, MP3 são bandeijões.

Da mesma forma que o tempero decai pela pressa do self-service, a qualidade sonora das músicas no formato MP3 também soa indigesta, comprimida e achatada aos meus ouvidos. Por apreciar a vibração das caixas do estéreo da sala de estar desde os três anos de idade, desenvolvi um gosto por contemplar a música, o efeito acústico do estúdio na voz do cantor, os detalhes do instrumento que quase ninguém percebe, ali, escondidinho entre a segunda estrofe e o refrão, tão importante pra mim, que aos meus ouvidos, a música seria nada mais que um corpo amputado de seus membros.

E a capa, e os encartes? E a lista de agradecimentos? Aquilo tudo me enche de satisfação, por estar registrado o amor e o suor empregado por um monte de pessoas que tiraram seus sonhos da folha de partitura para transformá-los em realidade aos nossos ouvidos. As datas de gravação, os estúdios utilizados, tudo isto me faz imaginar como são esses lugares por dentro, como foi a rotina de trabalho, se houve diversão, se houve conflito, se houveram noites em claro para deixar a canção da forma que imaginaram, as parcerias, os copos de bebidas, as saídas para buscar inspiração… Toda esta maravilha da coletividade criativa e emocional das relações humanas está presente naquelas obras que podem afirmar com orgulho: EU SOU UM DISCO! Eu nasci entre uma batucada na mesa e um piano no final da noite! Eu fui gerado por um grupo de pessoas, tão heterogêneas quanto uma colcha de retalhos, e tão harmoniosas quanto uma amizade que se entende com o olhar.

Perceber que por trás de cada canção há um conjunto de pessoas que assim como eu, possuem uma bagagem cheia de referências, lembranças e curiosidade, é como estabelecer um vínculo horizontal com os músicos. Nós os admiramos por que no fundo sabemos que eles são iguais a nós, que possuem a mesma fome. Isto talvez explique a relação sem contenção entre os artistas e seus fãs.

É por isso que apesar de toda a tecnologia que facilita a descoberta de novas canções, eu ainda compro discos. A enxurrada digital nunca irá mudar o processo de criação, que é intrinsecamente emoção.

Discos ainda são necessários.

Pra acompanhar o bom e velho vinhozinho

Aproveitando que o inverno deixa a gente preguiçoso e o corpo pede mais comes e bebes para nos aquecer, use este fato comprovadamente científico para reunir os amigos prum bate papo informal, e dê o play na Patty Ascher! Não conhece? Deixa que eu apresento a moça!

Esta cantora paulistana foi um de meus achados nos sebos do centro da cidade e eu resolvi deixar o egoísmo de lado e sortear DOIS DISCOS dela: Tem o primeiro, “Bacharach Bossa Club”, lançado em 2007, e o segundo, “Deu Jazz no Samba”, lançado em 2009. Atualmente, a cantora encontra-se construindo uma carreira internacional, tendo concentrado seus shows nos Estados Unidos entre 2010 e 2011, acompanhada de nomes como o pianista Michel Legrand.

Do “Bacharach Bossa Club“, temos as composições atemporais do norte-americano Burt Bacharach, que numa analogia bem rápida, pode ser considerado uma espécie de Roberto Carlos dos States. Suas músicas alcançaram  destaque nos anos 60, e foram na contramão do que se tocava na época. Enquanto o rock arrebatava mais e mais ouvintes, seus hits conservavam o clima refinado das canções de amor com arranjos orquestrados e letras agridoces. Este gênero viria a ser taxado de cafona, com o passar dos anos e das modas musicais, para depois ser resgatado pelos apreciadores da cultura pop. Aqui Patty tem a chancela de Roberto Menescal em todas as faixas, o que garante arranjos emoldurados pela bossa nova, tropicalizando o som do gringo.

Bacharach, antes de tudo é pop. Apesar da roupagem jazzística, suas letras e arranjos eram altamente palatáveis para o rádio, e talvez isso explique a quantidade de artistas que o regravam até hoje, assim como filmes que ainda utilizam seus trabalhos em trilhas sonoras. Entre os maiores êxitos, está “I Say a Little Prayer”, eternizada no filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, com Julia Roberts e Rupert Everett. Qual o segredo disso tudo? Simples. O amor, em todas as suas formas, seja ele comedido ou rasgado, cru ou refinado, nunca vai sair de moda.

“I say a Little Prayer”, versão O Casamento do Meu Melhor Amigo:

.

“I say a Little Prayer”, versão Patty Ascher:

“Deu Jazz no Samba” é um trabalho mais autoral, onde Patty se cerca de grandes músicos como Marcos Pontes, Lula Freire e Dori Caymmi. Neste segundo CD, os arranjos tem até uma leve inclinação às batidas brasileiras, mas de modo a deixá-la coadjuvante para a estrela principal, como já anuncia o título do disco. Pra quem gosta de experimentações e vocais afinados, é uma pedida certeira pra emoldurar qualquer reunião boa com amigos.

CAÇA AO CD!

Estes discos serão soltos pelo Recife,  nas imediações da Universidade Católica de Pernambuco! Acompanhe nosso Twitter para saber pistas do paradeiro musical destas preciosidades!

Boa sorte!

Free Bebel: “Dahling” em download grátis

.
Já faz um tempinho que Bebel Gilberto disponibilizou uma prova de seu novo material, a canção “Dahling”, mas a música só poderia ser baixada via e-mail após um breve cadastro na sua página oficial. A estratégia ajudou a cantora a utilizar mais um canal para manter seus fãs informados.
.
Agora, os visitantes mais atentos de seu site  encontrarão links para as contas de Bebel nas principais redes sociais, principalmente no soundcloud, onde este e outros sucessos de sua carreira podem ser escutadas (e algumas salvas no seu computador), como no player abaixo: (para baixar a música, clique em download)
.
.
O seu novo site, aliás, foi totalmente repaginado sob os mais altos critérios de usabilidade e design. Primeiro, por que o layout agrada aos olhos de quem o visita, e prima pela elegância inerente ao trabalho de Bebel. Além disso, ele é totalmente integrado aos recursos da web 2.0, onde o visitante pode conferir as atualizações da cantora no Twitter e no Facebook, com datas de shows e uma biografia e discografia completa com seus álbums oficiais e participações em outros discos.
.
.
Outro recurso inovador e criativo que ajuda a divulgar a obra da cantora é o “Feeling Bebel”, frases tiradas de trechos de suas canções, que funcionam como comprimidos poéticos para a alma em 140 caracteres. Basta o internauta escolher uma frase aleatória de Bebel que desfila no topo da página e clicar em “Share this Feeling” (Compartilhe este sentimento), e automaticamente a frase será postada a partir de sua conta no Twitter.
.
Outro pulo do gato é a “Rádio Bebel”, um player de músicas de sua carreira, onde a cantora e seus colaboradores reúnem suas canções separadas por listas segmentadas. Há uma lista para ser escutada ao pôr do sol, outra para namorar, outra para balançar na festa, outra com remixes, e por aí vai. Não será nenhuma novidade se o tempo médio de visita dos internautas aumentar, pois o recurso de listas de músicas pode muito bem ser utilizado como uma rádio que o visitante pode deixar tocando enquanto trabalha ou faz outras atividades na internet. O site foi desenvolvido pela Grudaemmim e merece uma conferida.

Tô liberando: Fashion Forward Magazine

Revistas de moda existem aos montes por aí. Tidas como Bíblias dos vestuários, costumes e estéticas, seus leitores talvez não percebam, mas elas ajudam a contextualizar muitos aspectos relevantes de uma sociedade em determinado período. Principalmente, a eterna troca entre pessoas que desejam se expressar através do corpo, e a indústria que movimenta milhões e investe pesado para saber do que seu público gosta, para oferecer os seus desejos de volta, só que em formas e cores variadas.

Perguntar onde começa e termina o poder de uma revista de moda é o mesmo que perguntar “Quem veio primeiro, o ovo ou a galinha”? Muitos reclamam que a indústria da moda dita é quem cria e manipula determinadas regras, mas esta mesma indústria contrata profissionais cuja missão é catar nos quatro cantos do planeta a próxima grande onda da estação que poderá ser absorvida para consumo imediato. Trendhunters (ou caçadores de tendências, em português) nada mais são do que os interlocutores de um desejo de consumo que se inspira em novos sopros criativos vindos daqueles que consomem.

Tendo isto em vista, um dos mais legais veículos de moda, a Fashion Forward Magazine, publicação trimestral 100% brasileira, se apresenta ao leitor com textos que tratam dos bastidores da moda com honestidade, intercalados com belíssimas fotos e um design fluido e atraente.

A edição que temos aqui foi uma especial que circulou durante o Fashion Rio de 2011, toda editada em inglês, tendo em vista a quantidade enorme de visitantes estrangeiros que circulou pela cidade maravilhosa durante o período de desflies. Nela, além do bem-acabado conteúdo, encontramos números do mercado da moda brasileiro, entrevistas com profissionais de criação e empreendedores, além de crônicas e ensaios sobre o estilo de vida e as referências culturais brasileiras na construção das coleções atuais.

SORTEIO

Gostou? Se você faz coleção de revistas de moda, ela pode ser sua! O 11° email que chegar na caixa de entrada do endereço fashion@cajumanga.com vai faturar este exemplar!

Mande um e-mail pro endereço acima, e boa sorte! Lembre-se que só vale um e-mail por participante!

Boa sorte!