“Cosme e Damião: a arte popular de celebrar os gêmeos”

Nos terreiros eles são Ibeji e Erês. Nos relatos dos povos árabes são Acta e Passio. Para a Igreja Católica atendem por Cosme e Damião.

Esses são alguns dos nomes dos santos gêmeos, que inspiraram a colecionadora Ludmilla Pomerantzeff a viajar por todo o Brasil por quase 20 anos e reunir mais de 1.200 peças sacras sobre o assunto. A coleção pode ser conferida no catálogo “Cosme e Damião: a arte popular de celebrar os gêmeos”.

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A publicação reúne em suas mais de 130 páginas representações detalhadas de imagens dos gêmeos objetos de devoção em todo o país e conta com textos e com a coordenação editorial da curadora da exposição, Maria Lúcia Montes.

Para enriquecer o volume foram convidados os historiadores Cândido da Costa e Silva, professor da Universidade Federal da Bahia, Universidade de São Paulo e Universidade Católica do Salvador, e Jaime Sodré, especialista em Conteúdos e Métodos de Ensino, mestre em História da Arte, doutorando em História Social, professor universitário e designer.

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As peças são de artistas anônimos, reunidas pela curadora e pela colecionadora e proprietária, Ludmilla Pomerantzeff, que após ter iniciado uma pequena coleção de imagens de Santo Antônio, acabou se direcionando para Cosme e Damião, por mero acaso, em Marechal Deodoro, no interior de Alagoas, quando dois meninos pequenos a presentearam com uma imagem dos santos gêmeos.

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Fontes:

O3 Comunicação

O Catálogo foi publicado pela:

Expomus Exposições Museus Projetos Culturais

Vejam a outra matéria do Celophane Cultural:  Cosme Damião ou Ibêji – Salvem as Crianças

Matéria muito bacana do Cocada Preta

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