Free Bebel: “Dahling” em download grátis

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Já faz um tempinho que Bebel Gilberto disponibilizou uma prova de seu novo material, a canção “Dahling”, mas a música só poderia ser baixada via e-mail após um breve cadastro na sua página oficial. A estratégia ajudou a cantora a utilizar mais um canal para manter seus fãs informados.
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Agora, os visitantes mais atentos de seu site  encontrarão links para as contas de Bebel nas principais redes sociais, principalmente no soundcloud, onde este e outros sucessos de sua carreira podem ser escutadas (e algumas salvas no seu computador), como no player abaixo: (para baixar a música, clique em download)
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O seu novo site, aliás, foi totalmente repaginado sob os mais altos critérios de usabilidade e design. Primeiro, por que o layout agrada aos olhos de quem o visita, e prima pela elegância inerente ao trabalho de Bebel. Além disso, ele é totalmente integrado aos recursos da web 2.0, onde o visitante pode conferir as atualizações da cantora no Twitter e no Facebook, com datas de shows e uma biografia e discografia completa com seus álbums oficiais e participações em outros discos.
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Outro recurso inovador e criativo que ajuda a divulgar a obra da cantora é o “Feeling Bebel”, frases tiradas de trechos de suas canções, que funcionam como comprimidos poéticos para a alma em 140 caracteres. Basta o internauta escolher uma frase aleatória de Bebel que desfila no topo da página e clicar em “Share this Feeling” (Compartilhe este sentimento), e automaticamente a frase será postada a partir de sua conta no Twitter.
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Outro pulo do gato é a “Rádio Bebel”, um player de músicas de sua carreira, onde a cantora e seus colaboradores reúnem suas canções separadas por listas segmentadas. Há uma lista para ser escutada ao pôr do sol, outra para namorar, outra para balançar na festa, outra com remixes, e por aí vai. Não será nenhuma novidade se o tempo médio de visita dos internautas aumentar, pois o recurso de listas de músicas pode muito bem ser utilizado como uma rádio que o visitante pode deixar tocando enquanto trabalha ou faz outras atividades na internet. O site foi desenvolvido pela Grudaemmim e merece uma conferida.
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Batuque na cozinha sinhá num qué… samba com feijoada.

O Celophane Cultural continuando em rítmo de samba, vai buscar na culinária a mistura mais perfeita que existe: Samba e Feijoada.

O Artigo foi retirado da Revista Continuum

do Itaú Cultural de Janeiro de 2010

“Muito já se falou sobre o samba nas letras das canções. Que ele é branco na poesia e negro demais no coração;
que ele é pai do prazer e filho da dor; que ele é o grande poder transformador; que quem não gosta de
samba bom sujeito não é; que o samba da minha terra deixa a gente mole; que o morro foi feito de samba;
que um samba quente, harmonioso e buliçoso mexe com a gente e dá vontade de viver… Muito também já
se refletiu (e com certeza vai se refletir) sobre o samba em teses, artigos, debates.

Para dar sua contribuição ao tema, nesta edição a Continuum se concentrou em alguns dos aspectos que ajudaram a construir o imaginário do samba ao longo dos séculos”

Samba de Mesa Posta

Reportagem  por  Maria Lutterbach

Em poucas horas, o salão e a calçada do bar ficarão lotados de gente alegre dançando. Por enquanto, o barulho vem das tampas de panela e da faca ligeira sobre a tábua de carne. Quem orquestra a pequena equipe durante a feitura da feijoada no bar Você Vai se Quiser, na Praça Roosevelt, em São Paulo, é dona Maria Inês, a Tia Inês, ex-porta-bandeira da escola de samba paulistana Nenê de Vila Matilde. Com a ajuda dela, em cinco anos o caldeirão dobrou de tamanho e mais uma roda de samba se levantou em torno do prato que é preferência nacional.

Tia Inês e sua sobrinha, a cantora Graça, na cozinha do Você Vai se Quiser - foto: Revista Continuum

 

Quando a feijoada desliza do balcão pelas mesas, o bumbo soa no salão, onde a anfitriã é outra mulher da família.”Costumava sair da cozinha e correr para cantar no palco”, lembra a cantora Graça Braga, que hoje cuida só do microfone, mandando clássicos como o samba-enredo da Mangueira que rima acarajé com samba no pé. À base de muita cantoria e cerveja, a temperatura do lugar sobe e a celebração segue noite afora.

 

 

Esse clima de banquete ritmado que a Roosevelt experimenta todo sábado é ressonância de uma antiga conexão entre samba e comida. Nas senzalas, as festas de oferendas aos santos já anunciavam os primeiros passos do samba de roda, que serviria de base para outras variações do gênero – como o samba carioca. Uma das heranças das noites afro-baianas é o prazer em reunir família e amigos para saborear pratos suculentos em longas jornadas de batucada.

 

Professora dessa arte no Sudeste, a lendária Tia Ciata (Hilária Batista de Almeida), nascida em 1854, se mudou jovem da Bahia para o Rio de Janeiro. Na cidade, a quituteira continuou a dar as festas pelas quais havia sofrido perseguição policial em Salvador. As noites musicais oferecidas na casa dessa filha de Oxum, na Praça Onze, no Rio, renderam o primeiro samba gravado em disco, “Pelo Telefone”, assinado por Donga e Mauro de Almeida em 1917.

 

 

 

“Baixou fariseu na jogada”

O legado de Tia Ciata contagiou as gerações seguintes e, ainda hoje, seu espírito festivo paira sobre o Rio. Não deixa de ter o dedo da mestra baiana, por exemplo, o surgimento do restaurante Zicartola, na década de 1960. Durante anos, ele foi um templo do samba, embalado pelo bom papo de Cartola e pelo tempero de Dona Zica, mitológico no Morro da Mangueira. O lugar, na Rua da Carioca, centro do Rio, começou a perder o charme ao ser invadido por uma clientela que não acompanhava a cadência dos bambas. “Baixou fariseu na jogada. Em lugar do cheirinho gostoso das cocadas no repinicado do samba quente, havia perfume francês e uísque”, escreve o jornalista João Antônio Ferreira Filho no livro Zicartola – E que Tudo Mais Vá pro Inferno! (Scipione, 1991).

Zicartola - Fonte Almanaque Brasil - Matéria: Fogão + violão x Zicartola = Renascença do Samba

 

Lá pelos lados da Portela, a comilança em volta do pandeiro sempre foi liberada para todos e continua sendo atração na escola. Palmas para as pastoras da Velha Guarda, catequizadas pela saudosa Tia Vicentina – aquela do feijão divino cantado por Paulinho da Viola. No início feita com dinheiro do bolso das sambistas, a feijoada das tias Surica, Doca, Eunice e Áurea virou instituição.

 

Tia Surica na "Feijoada da Família Portelense" Foto de Divulgação: Luis Clever

 

“Eu também fazia peixada, galinha com quiabo e rabada, mas casa cheia mesmo era com feijoada”, conta Tia Surica, que criou depois a ala Feijão da Tia Vicentina, formada pela turma da cozinha. O festim no “cafofo da Tia Surica” cresceu tanto que foi assumido pela diretoria da Portela e hoje ocupa a quadra da agremiação. A iguaria continua sendo preparada pela cantora, mas agora é servida num almoço promovido no tradicional Teatro Rival, no fim de cada mês.

Outros episódios sobre as damas da Portela aparecem no livro Batuque na Cozinha, de Alexandre Medeiros (Casa da Palavra, 2004), e no curta homônimo lançado pela diretora Anna Azevedo no mesmo ano. “O samba nasceu e cresceu no quintal dessas tias. Ali, a gente passava a noite toda cozinhando e dançando”, diz Eunice no vídeo. Do fogão de Doca, que morreu neste ano, ficou a lembrança de sua concorrida sopa de ervilha. Depois de se separar do marido, a sambista passou a ganhar a vida realizando o popular pagode da Tia Doca, onde se criaram sambistas como Zeca Pagodinho.

 

 

Cantina adentro

Longe dos morros e debaixo da garoa, Adoniran Barbosa e seus comparsas também brilharam ao combinar samba e sabor. Com lugar cativo no extinto restaurante Parreirinha, em Santa Cecília, São Paulo, o compositor, descendente de italianos, fez parte da patota que se encontrava para beber, comer e fazer samba. Não muito longe dali, em outro reduto de artistas, no bar Mutamba, ele compôs “Torresmo à Milanesa”, em 1979.

 

 

Parceria com Carlinhos Vergueiro, a letra fala sobre a refeição levada na marmita pelos operários.”Chamava-se originalmente ‘Bife à Milanesa’, mas o Adoniran falou para trocar por ‘Torresmo à Milanesa’ porque era mais triste”, afirma o biógrafo do sambista, Celso Campos Jr., autor de Adoniran – Uma Biografia (Globo, 2004).

Mesmo tendo morado pouco tempo no Bixiga, Adoniran ficou associado ao bairro italiano por músicas como “Um Samba no Bixiga”, de 1956. Com os versos “Saiu uma baita duma briga/era só pizza que avoava junto com as brachola”, ele ambientou o samba nas cantinas, até hoje frequentadas por amantes do estilo. “Aqui em São Paulo, todo mundo sai do pagode e vai para a cantina comer espaguete, pizza e continuar tomando cerveja”, diz o compositor Paquera Miranda, presidente do Samba da Vela, reunião de sambistas realizada em Santo Amaro.

 

 

Para aguentar firme as horas de cantoria e remelexo, o público do Samba da Vela se abastece com uma sopa servida em diferentes versões a cada semana. Uma das receitas é o peixe-galo, que leva camarão seco ao azeite de dendê e um toque de coentro e cebolinha verde. Fundado há nove anos, o culto musical e gastronômico agrega cantores, músicos e simpatizantes em volta da vela acesa. Quando a chama finalmente se apaga e os pés pedem descanso, o ritual continua no paladar.

 

 

Se deu fome:

Receita de Feijoada

Bom apetite e não esquece de chamar o pessoal do samba.

Coco do Amaro Branco

O Coco do Amaro Branco é um projeto musical que envolve vários mestres e discípulos de um coco tradicional que acontece na comunidade do Amaro Branco em Olinda, há mais de 100 anos. Conheça seus mestres brincantes e conheça as belissimas fotos de Emiliano Dantas “Coco do Amaro Branco | Retratos”

Mas o que é o Coco?

Dança tradicional do Nordeste e do Norte, cuja origem é discutida: há quem acredite que tenha vindo da África com os escravos, e há quem defenda ser ela o resultado do encontro entre as culturas negra e índia. Apesar de mais freqüente no litoral, o coco teria surgido no interior, provavelmente no Quilombo dos Palmares, a partir do ritmo em que os cocos eram quebrados para a retirada da amêndoa. A sua forma musical é cantada, com acompanhamento de um ganzá ou pandeiro e da batida dos pés. Também conhecido como samba, pagode ou zambê (quando é tocado no tambor de mesmo nome), o coco originalmente se dá em uma roda de dançadores e tocadores, que giram e batem palmas. A música começa com o tirador de coco (ou coqueiro), que puxa os versos, respondidos em seguida pelo coro. A forma é de estrofe-refrão, em compassos 2/4 ou 4/4.

Muitas são as variações do coco espalhadas pelo Nordeste: agalopado, bingolé, catolé, de roda (um dos mais primitivos), de praia, de zambê, de sertão, desafio, entre outros. Muitos deles caíram em desuso, por causa das influências culturais urbanas e da repressão das autoridades (há um grau de erotismo embutido nas danças), mas ainda são praticados nas festas juninas. Um dos cocos mais populares é o de embolada, que se caracteriza pelas curtas frases melódias repetidas várias vezes em cadência acelerada, com textos satíricos (quase sempre improvisados, em clima de desafio) onde o que importa é não perder a rima.

Um dos artistas mais célebres do coco foi o paraibano Jackson do Pandeiro, que começou acompanhando a mãe nos cocos tocando zabumba. Sua carreira fonográfica começou em 1953, em Recife, com o coco Sebastiana, o primeiro de muitos que viria a gravar, acabando por tornar o estilo (e tantos outros da música nordestina) conhecido no Sudeste. Mais tarde, nomes como Bezerra da Silva e Genival Lacerda também se valeriam do gênero. Celebrado por muitos dos artistas da MPB, como Gal Costa (que gravou Sebastiana), Gilberto Gil e Alceu Valença, o coco seria redescoberto nos anos 90 em Recife, pela via do mangue beat, através do trabalho de grupos como Chico Science & Nação Zumbi e Cascabulho. Eles chamaram a atenção para artistas recifenses contemporâneos, mais próximos da raiz musical, como Selma do Coco, Lia de Itamaracá e Zé Neguinho do Coco. Continuar lendo

Luiza Dionízio é indicada ao Prêmio da Musica Brasileira

Hoje o assunto do Celophane Cultural é Musica, mais precisamente um dos mais respeitados prêmios da Musica, o 21º Prêmio da Musica Brasilereira – apoio Vale do Rio Doce, que tem a sua disputada final em 11 de agosto, em cerimônia no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ) que também vai prestar homenagem a Dona Ivone Lara Rainha do samba.

Veja e saiba mais no site do Prêmio: Site do Prêmio de Musica Brasileira

Histórico

Dentre as diversas premiações da música popular brasileira, o Prêmio da Música Brasileira, idealizado em 1987 por José Maurício Machline, é o de maior longevidade.

A cada ano, o Prêmio celebra um artista brasileiro, cujo repertório é a base do show da cerimônia de entrega. A primeira edição foi dedicada a Vinicius de Moraes. Desde então, foram homenageados artistas como De lá para cá, foram homenageados, pela ordem, Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria & Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Maria Bethânia, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Ketti, Dominguinhos e Clara Nunes.

Por não estar atrelado a nenhum aspecto mercadológico, o Prêmio da Música Brasileira se utiliza unicamente de critérios artísticos na base de sua avaliação. Um júri formado por músicos, jornalistas e críticos analisa a produção fonográfica brasileira do ano anterior – seja ela gerada via gravadoras ou de forma independente – e elege os melhores de cada categoria, sob a supervisão de uma auditoria externa.

A Homenageada deste ano:

Dona Ivone Lara


Dona Ivone Lara (Yvonne Lara da Costa, 13/4/1921 Rio de Janeiro, RJ) é, indiscutivelmente, a primeira-dama do samba. Mais legítima representante do matriarcado no samba, seu primeiro contato com a música, contudo, passou longe do ritmo que a consagrou. Foi aluna de Lucila Guimarães, primeira esposa de Villa-Lobos, tendo cantado sob a regência do maestro. Logo depois, aprendeu a tocar cavaquinho e se casou com Oscar Costa, filho de Alfredo Costa, presidente da escola de samba Prazer da Serrinha, futura Império Serrano. E justamente na sua escola de coração, veio a consagração com “Os cinco bailes da história do Rio”, de 1965, quando se tornou a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores de uma agremiação.

Mesmo com a carreira artística consagrada, Dona Ivone nunca abandonou a enfermagem – com especialização em terapia ocupacional – e seguiu na profissão até sua aposentadoria, em 1977. Na seqüência gravou seu primeiro disco, Samba, Minha Verdade, Minha Raiz só aconteceu em 1979, impulsionada pela explosão de “Sonho meu”, em dueto histórico de Maria Bethânia e Gal Costa.

Compositora contumaz, ela é responsável por inúmeros sucessos do cancioneiro popular, como “Alvorecer”, “Alguém me avisou”, “Sorriso Negro” – clássico de qualquer roda de samba no Brasil e no mundo –, entre outros. Gal Costa, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte, Clara Nunes, Beth Carvalho, Alcione e Paulinho da Viola foram alguns dos grandes nomes da MPB que gravaram canções de Dona Ivone Lara.

Fonte:

Blog do Prêmio

A grande surpresa pra os fãs e amigos, foi a indicação de uma amiga de lonnnnnga data (melhor nem falar quanto tempo tem) que lançou o seu primeiro CD a pouquissimo tempo e jé foi indicada como Cantora de Samba.

Estou falando de uma “Deusa” do Samba, filha de Oxum, que iniciou sua carreira no berço do Samba, aboêmia  Lapa – RJ, nas rodas de samba da Velha Guarda do Império Serrano, escola de devoção, e seu primeiro disco fala desta maneira de se doar, de respeitar a arte, o Samba, a religião, a sua terra, e principalmente a sua voz. “Devoção” é o primeiro disco de Luiza Dionísio.

Luiza e seu primeiro disco foram indicados, ao lado de verdadeiras feras do Samba e da MPB. Por isso estou aqui sugerindo que voce conheça o seu trabalho, ouça algumas de suas músicas e entenda o que os organizadores do prêmio viram na voz e na sublime interpretação desta amiga e respeitada cantora.

Seu Site: Com toda a sua rede social: Site de Luiza Dionizio

Vote nela como melhor cantora no voto popular…

bem eu sei quem está ao lado dela… mas não não ofende pedir: Voto Popular

Fotos que fiz do lançamento de seu show no Teatro Rival:

Fotos do Show

Download do baú: Novos Bossais (2010)

Você está a caminho da praia durante um feriadão ou final de semana comum, e deseja se livrar de toda e qualquer formalidade que lhe encheu o saco durante os dias recheados de trabalhos, compromissos e estudos. A pedida é juntar-se aos amigos e mandar pras cucuias qualquer tentativa de bom senso forçado que transforma pessoas em patrulhas do homogêneo que arqueiam sobrancelhas, mas no fundo adorariam chutar o pau da barraca e soltar a franga.

Se você já chegou ao território farofal, arrume espaço no seu pendrive ou MP3 Player para carregar uma festa portátil com os Novos Bossais. Se você vai ficar em casa, arraste os móveis da sala, compre cerveja e chame os seus chegados pra dançar (sim, eu falei dançar) bossa nova até cair com este álbum.

“A Bossa Bem Mais Nova”, primeiro e único (até segunda ordem) disco deste projeto, reuniu músicos das mais variadas vertentes e bandas do cenário inquieto de Recife, para dar um novo sabor ao tempero da turma do banquinho e violão. Estão lá todos os personagens famosos destas crônicas cariocas, como a garota de Ipanema, a Rita, o barquinho e a água de beber, que se vestiram com as cores do afoxé, do ska, do tecnobrega, do carimbó, do maxixe e do tango, entre outros.

DOWNLOAD GRÁTIS

Ficaram curiosos? Então, antes de fazer o download grátis do disco neste link, vocês podem escutá-lo faixa a faixa, no player abaixo. Depois me digam o que acharam.

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Quem quiser ganhar o disco físico, basta responder à pergunta: Quem é o autor do clássico “O Samba da Minha Terra”? Quem responder nos comentários deste post, leva o CD!

Valendo!!!!